*São Paulo cria delegacia virtual para denúncias contra maus-tratos a animais*

Setembro (2016) foi o mês de mais uma conquista para a causa animal: foi aprovada em São Paulo a Lei nº 16.303 do Estado. A nova determinação origina a criação, no portal da Delegacia Eletrônica, da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal, a DEPA.

O projeto de lei implica em maior facilidade para os moradores do Estado denunciarem casos de maus-tratos contra animais. Todo o processo pode ser realizado diretamente pela Internet.

Antes da criação da DEPA, denunciar maus-tratos não era tão simples. A ligação para o 190 exigia descrição muito detalhada da situação, além da quase obrigatória necessidade de provas para que a polícia prosseguisse com uma investigação.

O modo de efetuar a denúncia funciona da seguinte maneira: dentro dos sites das Polícias Civil e Militar, existe um atalho que encaminha direto à DEPA.

Após o acesso, o denunciante informará seus dados pessoais (podendo deixá-los em sigilo), a data e o horário próximo do momento da ocorrência e o endereço completo e detalhado do local, - incluindo ponto de referência -, de onde a ação contra o animal acontece.

Além disso, é necessário identificar qual animal está envolvido no incidente, se é adulto ou filhote, e também há um campo para informar o nome ou o apelido de quem está praticando os maus-tratos. Feito isso, é solicitada uma breve descrição sobre o que se trata a denúncia e, também, fotos ou vídeos do ato.

A garantia dada pela lei é de que em até dez dias, a Secretaria de Segurança Pública informa o registro da ocorrência ao denunciante.

Segundo o deputado Feliciano Filho, autor do projeto, "A DEPA cumpre o papel do Estado de proteger nossa fauna e os nossos animais, que merecem respeito e um tratamento digno. Quem maltrata, fere ou mata um animal deve ser punido".

Esperamos que essa iniciativa se torne algo ainda maior em defesa dos animais. E que o respeito entre homem e bicho se perpetue cada vez mais.

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*Saiba quais são as melhores rações para cachorros*


Nem sempre ter mais proteína significa que uma ração é melhor que a outra e o balanço ideal entre os ingredientes de uma alimento e a presença de conservantes, corantes e suplementos devem ser levados em conta na hora de escolher o melhor alimento para o seu cão. 

Escolher uma ração ideal para o seu cachorro é uma decisão quase tão pessoal quanto escolher o que você mesmo come. Cada cão tem necessidades especiais de acordo com os mais variados fatores que devem ser considerados na hora de escolher um alimento, que variam devido a idade, raça, porte, estilo de vida e também ao orçamento disponível.

Rações para cães podem ser agrupadas em três grandes grupos principais, de acordo com a qualidade dos seus insumos: standart, premium e super premium.

Independente da classificação acima (feito pelas próprias empresas), é importante saber se a ração atende à necessidade diária de nutrientes na alimentação dos animais. Esses padrões são estabelecidos usando o NC - Nutrient equirements of Dogs and Cats, parâmetro que estabelece o quanto de proteína, gorduras e vitaminas e demais nutrientes um cão deve receber diariamente para a manutenção de sua saúde.

Como descobrir se uma marca de ração para cães é boa?
Ao contrário do que muita gente pensa, não basta ter só proteína, é preciso um balanço ideal entre os ingredientes da fórmula
Um método bastante útil foi elaborado por Sarah Irick, protetora de animais e criadora de cães da raça Dogue Alemão, que desenvolveu um check-list que a auxilia a escolher a melhor ração para seus cães.

Nessa avaliação, ela levou em consideração a qualidade das proteínas, presença ou não de conservantes, corantes e suplementos essenciais para a saúde de um cão. 
Usando uma escala de pontuação, é possível comparar diferentes tipos de ração para cães levando em conta os itens a seguir listados.
Qualidade da proteína: a porcentagem de proteína das rações deve ficar em torno de 18 a 21% do alimento. No entanto, mais importante que o teor de proteína é a digestibilidade. Proteína de má qualidade não será absorvida adequadamente pelo organismo do cão. Cada ração ganha pontos extra quando são usadas carne de frango, que tem melhor digestibilidade, e perde quando na sua formulação tem subprodutos como farinha de carne e ossos de bovinos, que têm baixa digestibilidade.

Teor de gordura: tem papel importante para fornecer energia, é imprescindível para o crescimento e reprodução e precisa de estar presente na ração, mas nunca em excesso. O desejável é que se tenha o mínimo de gordura possível, considerando-se 8% como um valor aceitável para um cão adulto de porte médio e boa saúde. 
Cereais e outros aditivos: os ingredientes extra, além das proteínas, são muito importantes. Fontes de carboidratos como milho moído e soja têm pouca digestibilidade e tornam uma ração inferior. A adição de frutas, sementes de linhaça e óleo de girassol são bons ingredientes para a dieta dos cães. Neste item, são levados em conta também a presença de conservantes como o BHA e o BHT, que podem ser potencialmente tóxicos a longo prazo, além de corantes que podem ser causas de intolerância alimentar nos cães.

A tabela a seguir foi elaborada considerando as fórmulas constantes nos rótulos dos alimentos para cães, usando como parâmetros a tabela elaborada por Sarah.. Pode ser útil para o proprietário de um cão como uma ajuda na hora de escolher uma ração.

Confira algumas notas dadas a rações populares no mercado brasileiro e avalie o custo/benefício.  Assim poderá descobrir qual é a melhor opção para você, seu pet e seu bolso!


Levantamento realizado entre 5 e 10 de abril de 2014, sujeito a variações conforme o fabricante. Foram selecionadas marcas conforme sua disponibilidade e os preços são os menores encontrados nos pet shops e lojas especializadas e podem variar conforme a região do país.

Saber calcular as porções e oferecer a quantidade correta de alimento é essencial para evitar tanto a obesidade quanto a desnutrição, além de ser imprescindível para a manutenção da boa saúde, como por exemplo a cegueira causada por falta de vitamina A.


Matéria revisada por um profissional veterinário da Equipe AgendaPet.

*Como cuidar do seu pet no inverno*

Para proteger os pets do frio e ajudá-los a enfrentar as temperaturas mais baixas é preciso tomar algumas medidas especiais. Manter o ambiente úmido e estimular o seu pet a tomar banhos de sol são apenas algumas delas. O clima seco pode ser perigoso e levar ao desenvolvimento de doenças e problemas respiratórios que, com os cuidados certos, podem ser evitados. A atenção deve ser redobrada para promover o bem-estar dos animais.

Veja algumas dicas e cuidados que devem ser tomados para ajudar os cachorros, gatos, peixes e pássaros a atravessarem com conforto e saúde a estação mais fria do ano:

- Ter todas as vacinas em dia é a melhor forma de aumentar a imunidade do animal e protegê-lo dos resfriados e doenças respiratórias.

- A frequência dos banhos deve ser reduzida para proteger o pet das temperaturas mais baixas e evitar resfriados. É importante também usar água em temperatura morna e secar bem a sua pelagem. Para deixar o pet limpo por mais tempo e aumentar o intervalo entre os banhos, escove os seus pelos diariamente.

Como saber se o seu pet está com frio?

Para saber se cães e gatos estão com frio, verifique a temperatura das extremidades do corpo do animal, como as patas, orelhas e focinho. O principal cuidado que se deve tomar no inverno é manter os animais aquecidos e longe de correntes de ar. Por isso, roupas e cobertores são muito bem-vindos, mas o movimento dos bichos deve ser preservado, então, opte por tecidos mais largos e confortáveis. 

Cachorros 

Cães idosos e com pelagem curta são os que mais sofrem com as baixas temperaturas. Poucas espécies estão realmente preparadas para enfrentar o frio. Os cães mais velhos ficam com seu metabolismo mais lento, sofrem com dores nas articulações e podem sentir mais frio. Para não deixá-los sentir a queda de temperatura:

- Passeie e dê banho no seu cãozinho nos períodos mais quentes do dia.

- Não deixe o animal sem roupinhas e use camas e casinhas isolantes que evitam o contato do colchão com o chão. Uma opção é colocar estrados e tapetes em embaixo da caminha.

- O pelo é a proteção natural do animal e ajuda a manter a temperatura corporal, por isso, mantenha a pelagem mais comprida.

- Deixe cobertores na caminha do cachorro para mantê-lo aquecido e longe das adversidades climáticas. Ambientes secos, cobertos e aconchegantes são ideais.

Gatos

Alguns gatos têm o costume de saírem sozinhos para passear na rua, mas no inverno essas saídas devem ser controladas, principalmente durante a noite. Os cuidados com os gatos são essenciais e muito parecidos com os dos cães:

- Mantenha a pelagem do felino mais comprida para proteger e manter a temperatura corporal.

- Torne a cama do animal convidativa e aconchegante. Aposte nas caminhas com isolantes e estrados embaixo, evitando o contato do gato com a friagem do chão. 

Pássaros

No inverno as penas das aves não são suficientes para protegê-las. Elas são vulneráveis às baixas temperaturas e as correntes de ar roubam seu calor corporal com facilidade. Para manter o seu pássaro aquecido no inverno:

- Coloque a gaiola dentro de casa e a cubra com cortinas de plástico ou tecido que permita a passagem de luz. Casos de pneumonia e problemas respiratórios em aves não são raros, porém, são mais difíceis de serem identificados. Por isso, evitar o contato do pássaro com as correntes de ar é fundamental.


Para aquecer o ambiente use equipamentos especiais como aquecedores ou lâmpadas a uma distância segura da gaiola. Uma alimentação reforçada com um cardápio mais calórico é essencial! Alimentos como castanhas, que possuem alto teor de gordura, são os mais indicados.

Roedores

Os cuidados com os roedores são bem parecidos com os dos pássaros:

- Forre a gaiola com papéis picados para isolá-la termicamente.

- Cubra a gaiola com tecidos ou plásticos que permitam a passagem de luz e a circulação do ar para manter o pet aquecido. 

Peixes

A água é a proteção térmica dos peixes e é fundamental mantê-la na temperatura correta, que varia de acordo com cada espécie. Os betas gostam de água quente, entre 23°C e 30°C; as carpas gostam de água fria, em torno de 19°C; a água dos Platis e Molinésias deve estar entre 24°C e 28°C. Para ter controle total e manter a temperatura adequada, utilize equipamentos de medição e termostatos.

Seguindo essas recomendações, seu pet passará pelos dias gelados com mais saúde, conforto e disposição!
Fonte: www.racoesreis.com.br

*Catarata em cães*


A catarata é uma doença oftálmica deixando o aspecto do olho azulado, fazendo com que o animal acometido perca a visão conforme a doença se desenvolva.

A catarata em cães tem fator hereditário e algumas raças são mais predispostas, como o Poodle, Cocker Spaniel, Schnauzer, Labrador e Golden Retriever.

Sintomas da catarata em cães

Os olhos passam a adquirir uma cor azulada ou esbranquiçado. Conforme a evolução da doença, o animal passa a esbarrar em objetos e se tornar mais inseguro para andar, mostrando que está perdendo a visão.
Causas da catarata em cães

As principais causas da catarata em cães são:

Uveíte: inflamação dos olhos que, se não tratada, pode evoluir para uma catarata.

Atrofia progressiva de retina: principalmente nas raças Poodle e Cocker.

Diabetes mellitus: a hiperglicemia (aumento de açúcar no sangue) causa alterações metabólicas que modificam as proteínas do cristalino, dando origem a catarata. Muitos cães que apresentam perda de peso progressiva e catarata podem ser diabéticos em um estágio avançado.

Tratamento da catarata em cães

O tratamento é exclusivamente cirúrgico (cirurgia de remoção da lente) e o prognóstico é melhor em casos de catarata ainda no estágio inicial.

Caso a catarata tenha se desenvolvido ao longo de muito tempo, alguns cães se adaptam à falta de visão e conseguem manter sua qualidade de vida. No geral, os cães se adaptam melhor com a falta de visão em relação aos humanos, já que seu olfato é muito desenvolvido. Porém, animais acometidos devem fazer consultas de rotina em um médico veterinário oftalmologista, pois existem complicações que a catarata pode causar – como o glaucoma, deslocamento de retina e inflamações oculares internas.

Prevenção da catarata em cães

Não existe um jeito de prevenir o aparecimento da catarata, salvo no caso de diabetes. Uma diabetes diagnosticada e controlada ajuda a prevenir o aparecimento da doença.
Pode-se diminuir a incidência não reproduzindo animais afetados, por ter carácter hereditário.
Como toda doença, quanto antes o tutor perceber a mudança nos olhos do cachorro, melhor o prognóstico!

Lembrando que a catarata é um importante fator para diagnóstico de diabetes. Uma diabetes não controlada pode levar a sérias complicações e até óbito do animal. Por isso a importância de um check up anual com exames de rotina!

Fonte: dicas.petlove.com.br

*Sinais e cuidados com animais doentes*

Criar um animal de estimação envolve muitas responsabilidades, que vão desde uma alimentação adequada, passeios e higienização até cuidados com sua saúde. E quando falamos em saúde, a última coisa que queremos é que nosso mascote adoeça, pois sabemos que um animal doente trás sofrimento tanto para si quanto para seu guardião, além de gastos e preocupações. Porém, é muito comum nossos pets apresentarem diversos problemas que muitas vezes são negligenciados e acabam evoluindo para situações mais sérias e difíceis de reverter. Por isso é importante uma intervenção rápida diante de qualquer sinal que o animal manifeste a fim de evitar futuras complicações e garantir a saúde e o bem estar de nosso amigo por muitos anos.

A saúde de nossos pets deve sempre ser considerada prioridade, pois os animais não falam e não podem nos dizer como estão se sentindo. Portanto, é nossa total responsabilidade estar atento à qualquer modificação que eles venham a apresentar, seja esta alteração de ordem orgânica ou comportamental. E para que possamos intervir frente à estes problemas, temos de primeiramente dispor de um médico veterinário de confiança. Somente ele é que poderá avaliar nosso animal e decidir pelo tratamento mais adequado de acordo com o diagnóstico encontrado. A escolha do veterinário que acompanhará o desenvolvimento do nosso pet deve ser uma das primeiras coisas a providenciar, justamente para que tenhamos segurança e tranqüilidade diante de qualquer situação, seja ela de urgência ou não. Além disso, é importante que tenhamos sempre à mão um telefone de contato para emergências bem como endereços e telefones de clínicas veterinárias que atendem 24 horas, pois muitas vezes podemos necessitar destes serviços durante a noite ou em finais de semanas, e na maioria dos casos nosso animalzinho não poderá esperar pela assistência por muito tempo sob risco de sintomas aparentemente simples evoluírem para quadros mais complexos. Vamos ver agora as principais situações que exigem uma intervenção rápida em relação à saúde dos nossos animais:


Sinais que fujam do comportamento normal do animal:

Diversos sinais clínicos como diminuição da atividade normal, prostração, sonolência excessiva, agitação incomum, tremores, agressividade repentina, choros, uivos ou gritos fora do comum devem ser imediatamente investigados a fim de descartar patologias mais sérias. Inapetência (falta de apetite), vômitos, diarréia e qualquer tipo de sangramento também constituem sinais importantes que devem ser considerados, pois podem enfraquecer o animal e levá-lo à um quadro de desidratação rapidamente, principalmente tratando-se de filhotes. Gatos, em especial, não devem ficar muito tempo sem alimentar-se, pois freqüentemente desenvolvem lipidose hepática, uma condição clínica importante que pode levá-los a óbito. Não menos importantes, as alterações nos hábitos urinários, como dificuldade para urinar, hematúria (sangue na urina) ou incontinência podem estar relacionados com problemas renais ou infecções urinárias, patologias relativamente comuns em felinos e que devem ser tratadas rapidamente, do contrário podem evoluir para quadros mais complexos e de difícil tratamento, além de causarem muita dor e sofrimento para o animal. Muitos animais não demonstram dor ou sofrimento, ou se demonstram, o fazem de forma muito sutil, daí a necessidade de estarmos sempre atentos. Todo e qualquer sinal ou sintoma observado nos animais que fuja da sua normalidade deve ser investigado e tratado por um médico veterinário, pois quanto mais cedo for feito o diagnóstico correto e o tratamento iniciado, melhor e mais rápida será a recuperação do nosso mascote.

Doenças Infecto-contagiosas:

Outro problema que tira o sono de muito guardião são as temidas doenças infecto-contagiosas, tais como a cinomose, parvovirose, leptospirose, raiva entre outras, que normalmente são de rápida evolução e podem levar o animal à óbito ou deixarem seqüelas irrecuperáveis. Estas doenças podem ser quase que totalmente prevenidas com a vacinação de filhotes e adultos (doses iniciais e reforços anuais). Um protocolo vacinal ético e bem feito oferece uma garantia de proteção de aproximadamente 95%, diminuindo consideravelmente o risco de o animal vir a adoecer. É oportuno salientar que a vacina precisa estar sob rigorosas condições de armazenamento, com temperatura controlada e dentro do prazo de validade, devendo ser aplicada exclusivamente por um médico veterinário após exame clínico do animal, pois animais doentes ou imunodeprimidos não devem ser vacinados sob o risco de virem a desenvolver a doença. Portanto, jamais devemos levar nossos pets para serem vacinados em casas agropecuárias, pet shops ou feirinhas de animais, pois nestes locais, de um modo geral, não teremos profissionais habilitados para avaliar e determinar se nosso animal está apto a ser vacinado. Isto pode colocar a vida de nosso amigo em risco, e as chances dele vir a se contaminar com doenças graves e fatais serão bem maiores.

Doenças transmitidas por ectoparasitas:

Além destas já citadas, várias outras doenças podem acometer nossos pequenos, como aquelas transmitidas por ectoparasitas como pulgas e carrapatos. A erlichiose e a babesiose canina, por exemplo, são doenças transmitidas por carrapatos e que podem causar a morte se não tratadas rapidamente. Para evitá-las, é importante mantermos nossos pets sempre limpos e livres de pulgas e carrapatos através da aplicação de medicamentos específicos e orientados pelo veterinário bem como fazer um controle ambiental, mantendo limpas as casinhas, caminhas, paninhos e o local onde eles vivem.


Acidentes e envenenamentos:

Os acidentes também são causas freqüentes de visitas ao médico veterinário. Animais que tem acesso as ruas correm um grande risco de atropelamentos, quedas, brigas, envenenamentos e uma série de problemas que podem exigir uma intervenção rápida para evitar complicações mais sérias. No caso de atropelamentos e quedas, a orientação é levar o animal imediatamente para a clínica veterinária, pois não há o que fazer por ele em casa. O mesmo vale para casos de envenenamentos. O tratamento para intoxicações e envenenamentos é específico, e depende em grande parte da droga envolvida. Muitas substâncias, por exemplo, causam depressão ou hiperativação do sistema nervoso central, podendo levar à sonolência ou crises convulsivas. Portanto, não se deve administrar nada por via oral para o pet (como leite ou água), sob o risco de uma bronco-aspiração e conseqüentemente um quadro de pneumonia aspirativa. Outras substâncias têm caráter ácido ou cáustico, podendo causar importantes queimaduras químicas de boca e mucosa, portanto jamais se deve induzir o vômito nestes casos. Nenhum medicamento deve ser administrado sem orientação na tentativa de neutralizar a ação da substância ingerida, pois muitos venenos não possuem antídoto específico. Diante de qualquer caso de envenenamento então, a dica principal é levar o animal rapidamente para uma clínica veterinária, e se possível levar junto o nome, rótulo ou uma amostra da substância ingerida.

Cuidados com os animais idosos:

Além de tudo o que foi falado até aqui, não podemos esquecer ainda que animais idosos devem ter uma atenção especial e acompanhamento veterinário periódico anualmente ou semestralmente se necessário, a fim de diagnosticar precocemente várias patologias que podem ir surgindo com o tempo. Normalmente animais de maior idade começam a apresentar problemas comportamentais que sugerem doenças mais sérias. Sinais como desorientação, agressividade, dificuldade para alimentar-se ou fazer suas necessidades, alterações visuais e auditivas, problemas de pele e pelo, tremores ou convulsões devem ser prontamente investigados e tratados.

Portanto, como pudemos perceber até então, nossos animais de estimação estão sujeitos à várias situações que podem colocar sua vida em risco, e dependem de nós para que uma assistência veterinária eficiente seja implementada o mais rápido possível. Desta forma, não negligencie o sofrimento de seu mascote. Não o deixe em casa, esperando que os sinais diminuam, pois provavelmente isso não acontecerá e ele continuará sofrendo. Da mesma forma, jamais o medique por conta própria ou sob orientação de leigos, mesmo que você julgue conhecer os sinais clínicos e o provável diagnóstico. As conseqüências de uma medicação errada podem ser sérias e trazerem ainda mais danos a saúde do animal, pois cães e gatos são sensíveis à diversos fármacos e podem fazer diversas reações indesejáveis aos medicamentos administrados. Assim, você não somente estará retardando a cura, mas também causando problemas ainda maiores ao organismo de seu pet. Outra dica importantíssima: jamais leve seu animalzinho para consultar em casas agropecuárias, pets shops ou feiras de animais, tampouco peça ajuda em relação à diagnósticos ou tratamentos em fóruns da internet, pois somente um médico veterinário após exame e avaliação ao vivo terá condições de fazer um diagnóstico preciso e entrar com o tratamento adequado, garantindo assim a integridade e o bem estar do seu animal.

Enfim, o que procuramos trazer aqui foram dicas e esclarecimentos acerca das diversas situações que podem comprometer a integridade física e psicológica dos nossos animais de estimação. Lembre-se sempre que a saúde de seu amigão não tem preço, e que temos não somente a responsabilidade, mas também a obrigação de zelar por nosso mascote, provendo à ele uma assistência veterinária de qualidade, amando-o e protegendo-o, proporcionando assim alegrias e felicidades ao longo de toda a sua vida.


Texto escrito por Silvia Schultz - Equipe Portal Nosso Mundo

Fique atento aos sinais atípicos que seu animal apresenta. Leve-o ao veterinário sempre que perceber um comportamento diferente.
A saúde de seu pet é muito importante!
Não esqueça também que ele espera de você muita atenção e carinho.
                                                                                                          

*Algumas dicas para dar um banho mais tranquilo em seu gatinho*

Se você já tentou dar banho em um gato, provavelmente ficou com cicatrizes da guerra por alguns dias. Seu bichano vai espernear, arranhar, miar e até uivar se você colocá-lo debaixo d’água. Mas apesar da crença popular, os gatos não odeiam água. Seus parentes distantes, principalmente os que vivem nas selvas quentes, adoram nadar (pense num tigre).

Eles gostam de enfiar a pata na tigela de água, e muitos ficam fascinados com a torneira pingando ou a chuva na janela. Alguns gatos, inclusive, como Turkish Van, adoram nadar! O que eles não gostam, em qualquer aspecto da vida, é serem forçados a fazer alguma coisa. E quando colocamos seus pêlos devidamente lambidos e arrumados, com seu cheirinho e identidade, debaixo do chuveiro… eles obviamente ficam bravos.

E o primeiro passo para dar um banho no seu gato e sobreviver, é entender isso. O segundo é entender que ele NÃO PRECISA DE BANHO nem de vez em quando. Nem uma vez por mês. Não precisa! Ele sabe se manter limpo, ele tem uma língua fascinante que serve justamente para isso. 
Mas… ele se pode se enfiar em lugares sujos, cavar seus vasos e pegar pulgas. Nessas situações emergenciais, e apenas nelas, o stress do banho é necessário. 

Então para te ajudar na empreitada, seguem algumas dicas:
  • Banho a seco. Essa deve ser sua primeira opção. A maioria dos gatos nem percebe que está tomando banho. Compre um produto específico para gatos, porque ele inevitavelmente vai se lamber e vai ingerir o produto. Os lenços umedecidos são mais práticos, mas também existem sprays que você passa e espalha com uma toalha. Tente fazer a coisa toda parecer uma sessão de carinho e massagem e escove bem os pêlos do gato, antes e depois da aplicação.
  • Corte as unhas dele. De preferência, no dia anterior, já que o corte de unhas também é estressante. Se o banho for uma emergência, melhor você usar luvas de borracha para se proteger em vez de estressar o gato.
  • Escove antes. Não deixe para escovar na água porque isso só vai fazer o banho demorar mais. Escove bem os pêlos dele, no sentido contrário ao crescimento. Se ele não gosta disso, escove, solte-o e espere que ele se acalme antes de começar o banho. A chave aqui é não acumular stress.
  • Não deixe ele nervoso. Prepare tudo o que vai precisa ANTES de o gato perceber que vai tomar banho, você pode brincar com ele por um tempinho, fazer um carinho e ajudá-lo a relaxar antes de colocá-lo no box. Se ele perceber que tem banho vindo aí, vai ficar mais ansioso e estressado.
  • Mantenha a sua tranquilidade. Se você estiver apreensivo, o gato vai saber, e vai ficar apreensivo também. Relaxe, respire fundo, agrade o queixo dele, finja que é tudo uma brincadeira.
  • Comece devagar. Não coloque o gato na água, em nenhum momento. Use um chuveirinho ou um copo para molhá-lo, sempre com água morna. Comece pelas patinhas e vá subindo, a cabeça é a última parte (cuidado com ouvidos e boca, se possível, nem molhe a cabeça, use só um paninho úmido).
  • Use shampoo de gato. Vai ficar um resto de shampoo e ele vai se lamber e vai engolir. Produtos para cachorro ou para gente podem causar reações alérgicas ou mesmo serem tóxicos (shampoo antipulgas de cachorro então… nunca!). Enxague o melhor que puder.
  • Seque bem. Mesmo que ele esteja nervoso, enrole-o numa toalha macia e esfregue os pêlos. Escove-o mais uma vez e, se possível, atraia-o para um lugar com sol. Ele vai sentar e se lamber por um bom tempo, deixe. Ele está consertando a “bagunça” que você fez nos pêlos dele e tentando colocar seu próprio cheiro de volta.
  • Secador? Pois é… se seu gato tem pêlos muito compridos, pode ser preciso usar um secador para evitar nós. Use a temperatura mais baixa, a velocidade mais baixa e bem longe da pele. Peça para alguém ligar o secador do outro lado do cômodo para ver como ele reage ao barulho, e só então leve-o para perto. Comece com o ar bem de longe, e nunca direto no rosto, e aproxime devagar. Se nada disso funcionar e ele estiver apavorado, não insista. Seque-o com a toalha e escove bem os pêlos dele. Deixe ele secar um pouco no sol e escove de novo. E mais uma vez quando estiver completamente seco.


Não peça desculpas na hora! Peça depois. É uma tentação grande dar petiscos e saches durante e logo depois do banho, mas, além do fato de que ele não vai comer. Espere um tempo, mais de meia hora no mínimo, antes de dar um agrado de desculpas. Afinal, ele merece!

Fonte: gatinhobranco.com

Raiva: o que é, sintomas e tratamento

A raiva animal é uma zoonose. Esse termo é utilizado para classificar todas as doenças que são transmitidas do animal ao homem e vice-versa. Então, o cuidado deve ser redobrado, pois colocam a vida dos animais e das pessoas em risco.

O vírus da raiva é transmitido através da mordida de um animal infectado, já que o vírus fica em grande quantidade na saliva. Para se transmitir a doença raiva, o animal deve ser portador do vírus da raiva, ou seja, não é toda mordida de cão e gato que se transmite a raiva. Além disso, cães, gatos e todos os mamíferos (incluindo o homem), exceto o morcego, são portadores sintomáticos da doença. Isso significa que se um animal (ou pessoa) contraiu raiva, ele com certeza apresentará os sintomas da doença.

Raiva – transmissão

A transmissão da raiva é feita através do contado com a saliva do animal infectado, por lambedura ou mordidas. Após a infecção, o vírus se espalha no sistema nervoso do novo hospedeiro, atingindo diversos órgãos e se proliferando nas glândulas salivares. Após a exposição ao vírus, os sintomas da raiva surgem em cerca de 10 a 60 dias.

Raiva – sintomas

No início da doença, há alteração comportamental, mudanças de hábitos, salivação excessiva, latidos ou miados com maior frequência e agressividade. Com o agravamento do quadro, o animal passa a ter os músculos rígidos, fazendo com que tenha dificuldade para deglutir e mastigar, causando a famosa “boca espumando”, já que não consegue engolir a saliva. Este quadro pode evoluir para crises convulsivas e paralisia total do corpo.

Atenção: Nem todo animal agressivo ou que saliva é portador da raiva. Existem outros fatores que desencadeiam a agressividade nos animais, assim como salivação – como enjoos e medicamentos.
O que fazer após uma mordida de um animal suspeito?

Neste caso, a primeira coisa a ser feita é levar o animal que sofreu a mordedura a uma clínica veterinária com urgência, onde serão realizados os devidos exames. Deve-se avisar a Unidade de Vigilância de Zoonoses onde se encontra o animal com suspeita de raiva para serem tomadas as devidas providências – quarentena e exames. Caso confirmada a doença, eles são encarregados de avisar a região.

Tratamento e prevenção da raiva animal

A raiva não possui tratamento, sendo uma doença 100% letal. A única forma de prevenção da raiva é a vacinação anual de cães e gatos, mesmo nas regiões urbanas, incluindo os animais de apartamento.

No ano de 2012, houve um caso de raiva em um gato que morava em um apartamento na cidade de São Paulo. Supõe-se que um morcego portador da doença alcançou o apartamento onde o gato vivia, transmitindo a doença. Um caso raríssimo, mas serve como um alerta.

Em 2009 houve um caso de raiva humana no Brasil, onde houve cura do paciente. Ainda assim, não é possível classificar esta doença como curável, pois ainda não há tratamentos disponíveis para animais.

Vacina para raiva



Muita gente não sabe, mas as doses das vacinas, incluindo a vacina de raiva, devem ser atualizadas anualmente. Não arrisque! Atualize a vacina do seu animal para não deixar que esta doença volte a ser comum entre os bichinhos.



Festas de final de ano. O que fazer quando os cães têm medo dos fogos de artifício.

Aqui no Brasil, tudo parece ser uma desculpa para soltar fogos de artifício. Em todas as datas comemorativas e finais de campeonato, quem sofre com toda essa barulheira é o nosso cachorro.

Saiba o que fazer com o seu cachorro que tem medo de fogos de artifício e entenda o motivo dessa fobia.

Por que cachorro tem medo de fogos?

O cão possui audição muito sensível, podendo escutar a origem do som em até 6 centésimos de segundo e chegando a escutar até 45 mil hertz.

Então, o som dos fogos (também alarmes e trovões) pode ser uma fonte de inquietação. Inicialmente essa sensibilidade se desenvolveu ao longo da evolução, com o intuito de detectar presas e aprimorar a comunicação com outros companheiros da matilha.

Cachorro com medo de fogos. O que fazer? 

Veja algumas dicas para ajudar seu cachorro nesta hora.
  • Conversar com um adestrador sobre o problema e começar a tratar a questão o quanto antes com treinamentos.
  • Em dias tranquilos, coloque o som de fogos para o seu cachorro ouvir e faça com que esse momento seja de brincadeira e diversão, para que ele associe o barulho a algo positivo.
  • Ficar acariciando o cachorro nesse momento não o ajuda a se ajustar ao barulho, e sim, pode estar incentivando o medo que ele está sentindo.
  • Se o seu cachorro precisa estar em seu lugarzinho seguro durante o tempo em que os fogos de artifício estão sendo soltos, deixe que ele se esconda.
  • As vezes o som da televisão ou do ventilador ajuda a abafar o barulho dos fogos lá fora.
  • Mantenha a calma e projete essa confiança para o seu cachorro. Lembre-se que os cães são peritos em linguagem corporal e vão saber se você estiver só fingindo estar calma.
  • Colocar um algodãozinho no ouvido do cachorro para que ele não escute com tanta intensidade o barulho.
  • Colocar o cão em uma guia, sem estar apertada, para que ele não fuja.
  • Conferir o portão da sua casa. Essa atitude é importante pois muitos cães, quando estão com medo no momento dos fogos, fogem.
  • Manter a coleira no seu cão, com identificação, assim como considerar colocar um microchip no animal.
  • Entre em contato com um homeopata para acompanhamento no tratamento de casos de ansiedade. 
Lembrando que nesse caso, o resultado não é imediato.

Sempre converse com o seu veterinário sobre o problema. Em casos extremos, o profissional responsável pode prescrever um tranquilizante para que o cachorro mantenha a calma.

Se possível, evite deixar seu cão sozinho em casa em dias que provavelmente soltarão fogos de artifício.
       
Fonte: Google        
                                    
                               



Gravidez psicológica canina


O que é gravidez psicológica canina?

A gravidez psicológica canina, ou pseudociese, acontece quando a fêmea, que não está gravida, apresenta comportamentos e sinais clínicos de gestação.

Porque acontece a gravidez psicológica?

Durante o cio, ocorrem muitos estímulos hormonais. Algumas fêmeas, no entanto, são mais sensíveis às oscilações hormonais, apresentando sinais clínicos de gestação. Mas como saber se sua cachorra está mesmo tendo uma gravidez psicológica? Confira abaixo.

Sintomas 

Na gravidez psicológica canina, começam a surgir comportamentos de uma fêmea prenhe, como:
Organização do ninho,
Aumento das glândulas mamárias
Produção de leite (devido à ação da prolactina),
Adoção de algum objeto como cria, (bichinhos de pelúcia, por exemplo)
Aumento de volume abdominal e agressividade.

A grande produção de leite pode levar à inflamação das glândulas mamárias. Neste caso, é comum observar a fêmea lambendo o local devido às dores.
Alguns animais sofrem durante este período, apresentando comportamento depressivo, como uivar e parar de comer.
Os sinais acompanham o período de ação do hormônio responsável, portanto pode durar de uma a duas semanas.

Gravidez psicológica em cadelas x gravidez psicológica em gatas

A cadela ovula espontaneamente, dando início à fase lútea, que é caracterizada pelo aumento da progesterona. Sendo assim, em todo cio ela corre o risco de desenvolver a pseudociese, ou seja, a gravidez psicológica.
Já as gatas ovulam apenas por estímulo durante a cópula, sendo poucas as vezes em que não há fecundação e, consequentemente, havendo menor incidência de gravidez psicológica.


Diagnóstico da gravidez psicológica canina

O diagnóstico é feito através dos sinais clínicos (citados anteriormente), histórico de cio recente, palpação abdominal e exames de imagem para se ter certeza de que não há gestação.

Gravidez psicológica canina – tratamento

O tratamento da gravidez psicológica em cachorros baseia-se no encurtamento desde período, administrando medicamentos que inibem a produção de leite e afastando objetos que a cadela adotou para não estimular ainda mais a produção de leite e o comportamento materno. Caso a cachorra tenha desenvolvido inflamação nas glândulas mamárias, esta deve ser tratada com rapidez.

É importante ressaltar que o aparecimento recorrente da gravidez psicológica (pseudociese) pode provocar inflamações e infecções do útero (piometra) e, ainda, tumores no sistema reprodutor.

Prevenção da gravidez psicológica canina

A castração previne essa “falsa gravidez”, sendo indicada principalmente para as fêmeas que apresentam estes episódios com frequência ao final dos cios. Prevenindo assim, todas as consequências citadas e proporcionando alívio para a cadelinha ou gatinha.

Curiosidade

Uma explicação referente ao histórico selvagem dos animais é de que nas matilhas todas as fêmeas entravam no cio na mesma época. As que não gestavam passavam a adquirir comportamentos de pseudociese (gravidez psicológica) para que pudessem ajudar as companheiras a cuidar das crias, tanto no instinto protetor como na amamentação.

Meu gato baba muito. É normal?


Ter um animal de estimação não significa estar livre de preocupações. A maior parte delas desaparecerá assim que tivermos alguma informação a respeito, ainda que outras correspondam a condições mais graves do animal, que deverão ser analisadas por um veterinário. 

O fato de que um gato salive em abundância não deve ser levado em conta, em um primeiro momento, como uma doença ou condição. De fato, em alguns destes felinos pode ser considerado uma característica normal de seu organismo. A mesma se produz como resposta a determinados estímulos, por exemplo, perante a comida, o medo ou o vômito.
No entanto, em outros casos, os gatos podem desenvolver uma doença. A mesma se materializa quando o gato baba em excesso sem uma causa justificada. Nesta situação, o dono deve levar seu pet a uma clínica veterinária, onde seja tratado o seu comportamento atípico.

Ptialismo

É o termo que geralmente se conhece esta doença, cuja manifestação mais evidente é o excesso de baba ou de salivação. Quando esta situação aparece de forma súbita e se prolonga ao longo dos dias, deve se associar com uma lesão ou doença do animal.

Causas da doença

O ptialismo pode se originar por uma variedade de causas. No entanto, no caso dos gatos, esta condição está relacionada a doenças derivadas do inchaço de cáries ou gengivas. A condição da língua, esteja infectada ou lesionada, também pode provocar excesso de salivação. Do mesmo modo, a existência de úlceras, tumores orais ou náuseas podem ser as responsáveis pela baba que apresenta o animal.

Recomendações para evitar a doença

Se o seu gato sofre desta condição, pode realizar algumas ações para evitar esta condição. Assim, vacinar o gato contra a raiva é a primeira coisa que você deve fazer. Da mesma forma, manter uma higiene adequada no animal, fundamentalmente de caráter dental, ajudará neste sentido. Paralelamente, também deve realizar visitas programadas ao veterinário.

Fique atento aos sinais que seu animal de estimação apresenta. Ações de prevenção pode evitar que ele desenvolva uma série de doenças. 


*Os perigos de passear com seu cachorro sem guia*

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Andar com o cachorro sem guia é um desejo bastante comum. Muitas pessoas pedem para treinar seus cães a andarem sem a guia da coleira, pois a maior vontade desses donos é que seus cães possam andar livremente, explorar o ambiente e os cheiros e, consequentemente, aproveitar melhor o passeio. Além disso, muitos cachorros puxam a coleira, como costumamos dizer, ou seja, por ficarem bastante eufóricos com o fato de estarem passeando, acabam não andando no ritmo do dono, puxando a guia. O problema é que isso incomoda demais os donos, que acreditam que tudo seria diferente se o cão estivesse andando livremente, sem a guia.

De fato, andar com o cachorro sem guia seria magnífico, se não fossem alguns pontos importantes. Confira:

Ambiente urbano: Nas cidades, vivemos em um ambiente urbano. Isso significa que estamos sujeitos a encontrar automóveis o tempo todo, além de pessoas de bicicleta, skate, patins – todos esses em altas velocidades. Toda essa movimentação pode ser perigosa, já que ocorrem diversos estímulos ao mesmo tempo e qualquer momento de desatenção pode gerar um grande problema.

Barulhos e situações inesperadas: quando estamos na rua, infelizmente todo tipo de barulho e ação pode acontecer: buzinas altas, freadas bruscas, fogos de artifício, pessoas gritando, entre outros. Se algumas vezes esses estímulos assustam até mesmo a nós, imagine o que eles não podem provocar em um cão com uma audição extremamente aguçada e nem sempre tão bem socializado que possa estar acostumado a essas situações.

Falta de controle do animal: esse é um dos pontos fundamentais, pois por mais que tenhamos treinado um cão, por mais experiências que ele tenha tido na vida, não conseguimos prever suas reações em situações atípicas. O animal tem instintos e reações de medo que podem fugir do nosso controle e, em situações extremas, um comportamento diferente do comum pode ser expresso. O mais perigoso deles é se assustar e sair correndo em qualquer direção.

Passeando com o cachorro com segurança

Já que passear com o cachorro sem guia não é a melhor opção, o que fazer para proporcionar aos cães esses momentos de liberdade tão prazerosos, mas sem colocar a vida deles em risco? Empresas de turismo animal foram criadas para isso! São passeios em meio à natureza e em ambientes seguros para que os cães possam aproveitar um dia todo de passeio, nadar no lago e até fazer rafting com seus donos, com segurança. Outra opção é levar seu peludo para o parque, onde ele pode correr, socializar com outros cães e gastar toda a sua energia.
Meu cachorro puxa a coleira. E agora?

Se o seu cão puxa na guia e isso te incomoda ou impossibilita os passeios, eduque-o para que ande ao seu lado. Se tiver dificuldades, procure um profissional que utiliza métodos positivos no adestramento, você verá como seus passeios diários podem se tornar muito mais prazerosos.


Concluindo, por mais agradável que seja um passeio sem guia para o cão, pense nos riscos imensos que ele corre e escolha a segurança em primeiro lugar. Bons passeios!

Escrito por: Sara Favinha
Zootecnista e Adestradora Comportamentalista na empresa Tudo de Cão

Mau cheiro em seu cachorro? Veja as possíveis causas.


Os cães têm seu odor natural, mas alguns deles, mesmo tomando banho, ficam com um cheiro desagradável. Nem sempre esse mau cheiro está relacionado apenas a procedimentos estéticos realizados de forma errada. Algumas doenças de pele também causam um odor muito desagradável em seu pet. 
Confira as causas mais importantes do mau cheiro em cães.

Excesso de banho

Isso mesmo. Você, na tentativa de melhorar a situação, pode estar somente piorando.
O excesso de banho é uma das maiores causas de mau cheiro nos cachorros. Ao dar banhos excessivos, a proteção natural da pele, a gordura produzida pelas glândulas sebáceas, é retirada deixando o pelo desprotegido e susceptível ao aparecimento do odor desagradável.
A quantidade de banho necessária é definida pela relação entre o ambiente em que o cão vive, a raça e a pelagem. As pelagens têm diversas variações, sendo elas longas, curtas, densas, mais ralas, com subpelo, lisas e enroladas.
De acordo com a característica de cada pelagem, será definida a quantidade necessária de banhos. Os banhos podem variar de semanais a mensais.
Em alguns casos, são recomendados pelos veterinários dois banhos por semana. Mas os cães submetidos a essa frequência de banho estão realizando tratamentos de pele.

Secagem inadequada

Após o banho, a secagem da pelagem de um cachorro é a etapa mais importante para evitar o mau cheiro.
Quando a secagem não é bem feita, a pele e a pelagem ficam úmidas. Essa umidade propicia a proliferação de fungos e bactérias presentes na microbióta da pele e levam à produção do cheiro desagradável. Em casos mais graves, ocorre o aparecimento de dermatites causadas por bactérias e fungos como a Malassezia.
No pet shop, durante a secagem, são utilizados, além da toalha, o secador e o soprador. Só a toalha não é suficiente para deixar a pelagem completamente seca. Então, após o uso da tolha, o secador é usado, fazendo com que a pelagem seja seca por completo e não fique úmida.
Quando o banho é realizado em casa, o uso do secador também é necessário. Após a utilização da toalha, o secador deve ser usado, mas com cuidado. O vento quente do secador pode queimar a pele dos cães, então mantenha sempre uma distância de 10 cm do pet.
Outra opção para complementar a secagem após o uso do secador é deixar o cão tomar um pouco de sol. Sempre respeitando os horários críticos, evitando a exposição das 10h às 16h.

Uso de produtos errados

Na hora do banho, é necessário escolher produtos adequados e de boa qualidade.
Optar por usar shampoos e condicionadores de uso humano não é adequado. O pH da pele dos cães é diferente da do ser humano e o uso contínuo desses produtos levam ao ressecamento da pele e do pelo, deixando-os opacos. Além disso, esses produtos não realizam a limpeza completa e profunda da pele, e acabam facilitando o aparecimento de mau cheiro.
Atualmente existe uma gama de produtos de higiene para cães. Na hora de fazer a escolha de qual produto irá usar, leve em consideração a qualidade do produto, o cheiro e a durabilidade do odor.
Peça ajuda a um médico veterinário para escolher os produtos ideais para o seu cachorro.

Cheiro de cachorro molhado

Cães mantidos molhados por muito tempo ficam com um cheiro desagradável.
Muitos cães são apaixonados por água e adoram tomar banho de chuva, deitar no molhado e até mesmo molhar o focinho em suas vasilhas de água. Essas ações deixam o pelo e a pele úmidos por muito tempo e podem levar ao aparecimento do mau cheiro e de problemas de pele.
A secagem nesses cães deve ser realizada com frequência, eles jamais podem passar muito tempo molhados. Ter sempre uma toalha e um secador a postos é essencial para tutores de cães com esses hábitos.
Quando a mania do cão é de tomar banho de chuva, é necessário dar um banho completo nele. Ele não está apenas molhado, está sujo de terra, poeira e de todas as outras coisas que a chuva traz com ela.

Malassezia

Causada pelo fungo Malassezia pachydermatis, leva ao aparecimento do mau cheiro.

É muito comum encontrar cães com odor desagradável tendo por motivo a infecção na pele causada pela malassezia. Esse fungo cresce em cães quando as barreiras de defesa da pele estão afetadas.

Entre os sinais clínicos encontrados estão:

eritema - pele avermelhada;
hiperpigmentação - pele enegrecida;
alopecia - ausência de pelo;
escamação – crostas e caspas;
pele úmida;
coceira;
odor desagradável.

O diagnóstico é difícil e é necessário realizar a junção do histórico clínico com o resultado dos exames laboratoriais. Se você observar algum desses sinais, procure imediatamente um veterinário e mantenha a saúde de seu cão em dia.

Demodecicose

É um tipo de sarna. E também é conhecida como sarna negra.
Presente normalmente na pele dos cães, o ácaro Dermodex canis se prolifera quando há queda de imunidade.
Sem cura, essa doença pode ser controlada tranquilamente, é só manter alta a imunidade dos cães.

Os sinais clínicos mais comuns são:

pele avermelhada;
perda de pelo ao redor dos olhos;
lesões úmidas;
cheiro forte.

Ao observar alguns desses sintomas, leve seu cachorro imediatamente ao veterinário.

Conheça outras causas de mau cheiro em cães:

O mau cheiro do seu cachorro também pode ser causado por outras doenças.
É muito importante a ida periódica à uma clínica veterinária. Ao fazer um exame completo, é possível que você descubra que a causa do odor causador de tanto incômodo é mais grave do que imagina.

Entre as principais doenças causadoras do mau cheiro estão:

doença periodontal;
otite;
miíase (bicheira);
abscesso da glândula anal.


O cheiro desagradável de seu cão pode não ser falta de banho. 
Leve seu peludo periodicamente ao veterinário e esteja atento aos sintomas que ele apresenta.

Maus-tratos. Denuncie!


Quando o assunto é denúncia de maus-tratos ou crueldade contra animais, o Brasil possui legislação pertinente e autoridades competentes que são responsáveis pela manutenção da lei e punição de crimes

Caso você presencie maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. Vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988.

É possível denunciar também ao órgão público competente de seu município, para o setor que responde aos trabalhos de vigilância sanitária, zoonoses ou meio ambiente. Lembrando que cada município tem legislação diferente, portanto caso esta não contemple o tema maus tratos pode utilizar a Lei Estadual ou ainda recorrer a Lei Federal.

A denúncia pode ser feita nas delegacias comuns ou nas especializadas em meio-ambiente ou animais*. Também se pode denunciar diretamente no Ministério Público ou no IBAMA.

Como proceder nas delegacias

Cumpre à autoridade policial receber a denúncia e fazer o boletim de ocorrência. O policial que se negar a agir estará cometendo crime de prevaricação (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal - art. 319 do Código Penal). Caso isso aconteça, há como queixar-se ao Ministério Público ou à Corregedoria da Polícia Civil.

Assim que o escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Negando-se a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o de que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no Art. 329 do Código Penal Brasileiro (retardar ou deixar de praticar indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei para satisfazer interesse ou sentimento pessoal). (Leve esse artigo por escrito.)

Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).

Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, laudo ou atestado veterinário, nome de testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.

Dica: ao ir à delegacia, procure levar por escrito o art.32 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n.º 9.605 de 1998) que esta descrito acima, uma vez que, infelizmente, há policiais que não estão cientes do conteúdo dessa lei.

Tente descrever com exatidão os fatos ocorridos, o local e, se possível, o nome e endereço do(s) responsável(s).

Também procure levar, caso haja possibilidade, alguma evidência, como fotos, vídeos, notícias de jornais, mapas, nome de testemunhas e endereço das mesmas. Quanto mais detalhada a denúncia, melhor.

As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 61 8080 (gratuitamente) ou pelo e-mail para linhaverde.sede@ibama.gov.br. O IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) as encaminhará para a delegacia mais próxima do local da agressão.

Endereços úteis:

Note que o autor do processo judicial será o estado e não você. Sendo assim, não tema denunciar. As organizações não governamentais possuem um papel importante e insubstituível na sociedade. Porém, exerça a sua cidadania. Não se cale frente aos crimes contra os animais e o meio ambiente, e exija das autoridades responsáveis às providências previstas por lei.

Em São Paulo, você pode realizar a denuncia através da Divisão de investigações sobre Infrações de Maus Tratos a Animais e demais Infrações contra o Meio Ambiente. Endereço: Av. São João, 1247 - 7º andar - Centro, das 9 às 19h. Tel.: (11) 3224-8208, (11) 3224-8480 e (11) 3331-8969.

No Rio de Janeiro, você pode realizar a denuncia através da DEMA - Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Endereço: Rua S. Luiz, 265 - São Cristóvão. Tel.: (21) 3399-3290, (21) 3399-3298 e (21) 2589-3133. Fax.: (21) 3860-9030 e (21) 3860-3293.

Fonte: www.worldanimalprotection.org.br

*Dicas para dar remédio ao seu gatinho*

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Quem nunca tentou dar uma medicação por via oral em gatos não sabe a missão quase impossível que é! Em geral, os gatos são bastante complicados para medicar ou vacinar. É próprio da espécie ser desconfiado e arredio, o que dificulta a manipulação. Os veterinários recomendam o mínimo de estresse ao examinar e principalmente ao conter um felino para evitar acidentes.

Se o animal precisar tomar uma medicação, por exemplo um antibiótico por vários dias consecutivos e levá-lo à clínica veterinária for inviável, medicá-lo por via oral pode ser uma tentativa... Mas nem sempre é tão fácil assim, como com os cachorros, pois os gatos possuem grande quantidade de receptores para o gosto amargo em suas papilas gustativas, que estão distribuídas por toda cavidade oral, mais precisamente na parte posterior da língua (que é bem onde colocamos a medicação). Dessa forma, os gatos são muito mais sensíveis aos sabores do que nós e do que os cães, reagindo com salivação intensa ao sentir gostos desagradáveis, tentando expulsar a substância incômoda ingerida. Além disso, os felinos são muito seletivos com a ingestão de alimentos, cheirando muito bem antes e podendo discernir só com o olfato se um determinado alimento está azedo, amargo, salgado e até mesmo estragado.

A reação de salivação intensa pode ocorrer mesmo antes da ingestão, só de o gato associar a embalagem do medicamento ao gosto que ele sentiu anteriormente, tamanha a sensibilidade que eles possuem.

Existem algumas “técnicas” para administrar remédios para gatos, e todas consistem em disfarçar ou atenuar o gosto. Misturar o comprimido ao alimento na grande maioria das vezes é inútil, pois pelo cheiro ele separará ou nem tocará na comida. Medicações líquidas exalam mais odor, além de ter um contato com maior área da cavidade oral, aumentando a salivação. Uma tentativa é cortar o comprimido em alguns pedaços e lambusar com manteiga, para que escorregue mais facilmente até ser engolido, e dificultando que o animal cuspa. Outro jeito é deixar o animal no canto de um cômodo, de modo que ele se sinta acuado até o remédio ser introduzido na boca. Mas para isto, o proprietário tem que ter certa habilidade e não ter dó.
De tudo isso, a melhor coisa a se fazer hoje em dia para evitar o trauma do animal é mandar fazer o remédio em farmácias de manipulação, existem as farmácias veterinárias onde estão disponíveis palatabilizantes com gosto acentuado de carne, frango e peixe, os quais são misturados ao princípio ativo da medicação e produzidos em forma de comprimidos parecidos com ração. Há também a alternativa em pasta, que se coloca na pata do gato, pois automaticamente ele lamberá, ingerindo o produto.

Se nada disso surtir resultado, deve-se pensar em medicação injetável, com a possibilidade de o proprietário aprender a aplicar a injeção com seu médico veterinário de confiança (normalmente por via sub-cutânea). Isso diminuiria o estresse do transporte até a clínica. 

Se você não se sentir seguro para aplicar a injeção, só resta levar seu filhote ao veterinário.



*Atenção aos lugares que seu cachorro pode pegar carrapato*

A doença do carrapato assusta os donos de cães, porque muitas vezes pode matar. O índice de mortalidade é alto, chega próximo aos 80%.
É preciso proteger o cachorro, mas nem sempre isso é suficiente. É necessário tratar o ambiente e o animal ao mesmo tempo. Tem que dedetizar a casa e aplicar no cachorro certas medicações e artifícios que combatam o carrapato no animal, como: pipetas, talco, óleos, e coleiras carrapaticidas (coleiras de borracha que já vem com medicação).

Locais onde seu cachorro fica mais exposto aos carrapatos:

Lugares com muitos cães

Nos parques ou nos cachorródromos, há o perigo de contrair pulgas ou carrapatos, justamente pela mistura de cães no mesmo local. Os carrapatos podem estar na grama alta, em moitas, ou até em outros cães e passar de um cão pro outro. O mesmo vale pra hotéis e creches para cães.

Solução: ao levar seu cachorro pra brincar, tenha certeza de que o anti-carrapato está em dia e evite deixar seu cão se esfregar na grama e em arbustos.


Quintal

Os carrapatos gostam de ficar embaixo das folhas da grama, ou seja, eles gostam da grama alta.
Solução: se você mora em casa com gramado, mantenha sempre bem curto e aparado.

carrapatos
Dentro de casa

Os membros da família podem trazer carrapato na pele, no sapato, na roupa, na bolsa, no cabelo…

Solução: quando forem fazer algum passeio mais ecológico, como trilhas, caminhadas, escaladas, troque de roupa e sapato antes de entrar em casa.

Veterinário

Pode ter um cão com carrapato na sala de espera. Ou até alguma outra doença.

Solução: quando levar seu cachorro no veterinário, mantenha-o na guia e evite contato com outros pacientes que estão na sala de espera.



Fale com seu veterinário sobre o melhor método para prevenir carrapatos.
Cuide do seu cão, mas não esqueça da parte psicológica. Além de saudável, seu cão precisa estar feliz! 

*Cachorros podem farejar doença maligna*


Estudos feitos no Hospital Amersham, na Inglaterra, sugeriu que cães conseguem farejar câncer em seres humanos. Para a experiência, foi usada a urina de 36 pacientes com câncer de bexiga e a de 108 voluntários. Cada cão tinha de cheirar sete amostra e se deitar perto da que pertencia ao paciente doente. 

O teste foi repetido oito vezes para cada cachorro, com novas amostras a cada vez. A média de acerto dos cães foi de 41%. A ideia do estudo surgiu depois de uma mulher pedir que um sinal fosse retirado de sua perna porque seu cachorro o cheirava sem parar. Eles descobriram que a mulher tinha um melanoma maligno. 

O mais intrigante é que um dos voluntários da pesquisa fora considerado saudável, mas os cães indicaram sua urina como a de um paciente com câncer. Testes adicionais provaram que o voluntário tinha um tumor no rim direito.


Espera-se que por meio da compreensão de como esses animais são capazes de fazer essas identificações, os cientistas possam então, desenvolver um “nariz eletrônico”, que poderia fazer uma triagem rápida e não invasiva.

“Se houver uma máquina tão precisa quanto um cachorro, eu digo que vá adiante. É muito pouco prático esperar até as máquinas serem capazes de alcançá-los" (Dina Zaphiris)

*Passageiro pode levar cão ou gato em ônibus*

O prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou o projeto que autoriza passageiros a entrar em ônibus com animais domésticos de pequeno porte, como cães e gatos

Folha de SP
A sanção foi publicada no "Diário Oficial" nesta quinta (12/03/2015). O projeto tinha sido aprovado na Câmara no mês passado.

Fica autorizado o transporte nos coletivos de animais que não sejam considerados ferozes e peçonhentos, com até 10 kg, devidamente vacinados e dentro de caixas especiais. Só eram permitidos cães-guia.

De acordo com a prefeitura, a lei beneficia a população de baixa renda que não tem condições de custear o transporte particular dos animais a veterinários ou postos de vacinação.

No embarque, os donos deverão apresentar a carteira de vacinação dos animais.


Além de apresentar a carteira de vacinação, os animais deverão ser transportados em caixas especiais



A bolsa de tecido é leve, mais confortável e fácil de transportar.

Barrinhas e Divisórias



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